Chega a segunda-feira, o primeiro dia útil da semana detestado pelos inúteis que reclamam pela volta ao batente, mesmo que nada tenham a fazer.
E eu fico olhando os ônibus cheios de trabalhadores que vão para o corte da cana, colheita do café, e as calçadas cheias de estudantes e lembro que amanhã todos estarão no mesmo lugar.

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